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quinta-feira, fevereiro 16, 2006

UHF GRAVAM DVD E CD AO VIVO NO COLISEU DE LISBOA 

Confirma-se a notícia avançada pelo Correio da Manhã na sua edição de 3 de Fevereiro: Os UHF vão voltar ao palco do Coliseu de Lisboa, no dia 7 de Abril, para um enorme concerto ao vivo.Será na altura gravado o primeiro DVD da banda e o terceiro disco ao vivo, depois de “Ao Vivo em Almada (no jogo da noite)” (1985) e “Julho, 13” (1990).Ivan Cristiano, Fernando Rodrigues, António Côrte-Real e António Manuel Ribeiro, serão acompanhados por um pianista, um guitarrista de fado e uma secção de corda. Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais.

Os membros do Clube de Fãs dos UHF terão direito a um desconto significativo e a um espaço reservado. Para acesso aos bilhetes deverão contactar a gestão do Clube.

clubedefas@uhfrock.com






quarta-feira, fevereiro 15, 2006

“Há Rock no Cais” – reedição 

Alinhamento do segundo CD para a reedição de “Há Rock no Cais”:

“Matas-me Com o Teu Olhar”, versão acústica ao vivo (Amarante 2005)

“Apetece Namorar Contigo em Lisboa”, edição radiofónica mais curta

“Barcos ao Mar” original de 2004

“Juro Que Tentei”, versão longa

“Deputado da Nação”, inédito de 2005

Os vídeos:

“Matas-me Com o Teu Olhar”

“Mas Só Gosto de Ti”

ambos da autoria de José Pinheiro.

Informativo técnico: os temas em áudio passam nos leitores de CDs; os temas em vídeo passam nos PCs.
Curiosidade: Fernando Rodrigues, viola baixo dos UHF, é a voz principal do rap político

“Deputado da Nação”, vinte e quatro anos depois de Carlos Peres, também baixista e fundador dos UHF, ter dado voz a “Notícias de El Salvador”.
Esta reedição de “Há Rock no Cais” terá uma edição limitada e incluirá um cartão a ser utilizado no dia 7 de Abril no Coliseu.

À venda na primeira semana de Março.



terça-feira, fevereiro 14, 2006

CAVALOS DE CORRIDA - O MALDITO CANAL DAS VERDADES 

Na passada terça feira dia 21 de Dezembro de 2005 via MSN um amigo de Almada disse-me que tinha visto numa montra um livro do AMR, com capa avermelhada, com uma foto do António e eu ás escuras não fazia ideia do que ele estaria a falar, mas claro que me interessei pelo assunto e fiquei curioso. O livro saiu em Novembro provavelmente na altura em que estive numas férias quentes longe do meu pais. No dia seguinte recebi uma chamada de um tipo amigo de longa data para saber se eu já tinha comprado o livro numa clara atitude de quem inevitavelmente estaria a denunciar o seu presente de natal. Dois dias depois de ter tomado conhecimento da publicação do livro tinha-o em minhas mãos, já desfolhado, revirado, lido e relido. Os “Cavalos” anteciparam-se ao trabalho que estava a fazer e ainda longe do fim, de repente vi-me com o meu objectivo concretizado em mãos.Há uns tempos desafiei-me em colocar a poesia do António no papel só que o tempo não me estava a sobrar e fiquei-me na cronologia pelo “69 Stereo”, o que significa que ainda teria muito que teclar ficando á beira de caminhar para uma compilação dos meus textos preferidos. Este problema está resolvido.
A mim pessoalmente o livro traz-me uma forma diferente de analisar o percurso da banda, resolve alguns dos enigmas que estavam suspensos no ar e cheios de pontos de interrogação, refiro-me aos pequenos textos que estão por baixo de cada poema e que levantam a ponta do véu ás razões pela qual a história se foi fortalecendo. Foi curioso saber que algumas das canções que vieram á baila na segunda metade dos anos 80 estavam na gaveta desde o final da década de 70.Ao ler as diversas letras é inevitável estabelecer as comparações através das semelhanças que existem no meu percurso e no do António, a mais forte das quais quando ele se refere ao flagelo da droga ou da SIDA que roubaram a vida a seres humanos que ele conheceu e com quem privava. Ser semelhante não significa ser igual e por isso recordo os amigos que perdi na estrada rumo a qualquer destino, a ignorância é igual e a ausência de tantos anos também (Zé Eduardo, Paulo Daniel, o Ruca e o João Vasco), foi na estrada podia ter sido numa estúpida guerra qualquer. Outra das semelhanças tem a ver com as noites a que o dia põe fim, cambaleando pelos bares por entre conversas e copos com os amigos ou simplesmente buscando mais uma vez ao lado de quem se deseja. A vida é assim nós somos seres humanos, não somos iguais mas somos semelhantes e eu revejo-me nas letras das canções (e eu vou abusar / e eu vou repetir / e eu vou regressar).

Para ti companheiro António mais um grande obrigado por mais um capitulo, que seja mais um no meio de muitos que para trás ficaram e dos muitos que ainda estarão para vir. Abraço e continua sempre

PARA TODOS OS QUE FAZEM PARTE (TAL COMO EU) DAS PAGINAS DE “CAVALOS DE CORRIDA” UM FELIZ NATAL E UM ANO DE 2006 CHEIO DE SAÚDE, ALEGRIA.


SILVES, 23 de Dezembro de 2005

Sérgio Costa



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